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Política Terça-feira, 25 de Junho de 2019, 08:34 - A | A

25 de Junho de 2019, 08h:34 - A | A

Política / VLT

Emanuel diz que VLT é revolução e "caminho sem volta" em MT

Prefeito diz que modal é "caminho sem volta" e pede que Mendes conclua obra



O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a defender a conclusão das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Capital e em Várzea Grande.

 

Para ele, seria retrocesso o governador Mauro Mendes (DEM) decidir pela troca do modal de transporte.

 

“O VLT é uma responsabilidade do Estado. Não pode ser feito sem ouvir a Prefeitura. Sem ser bem discutido com a Prefeitura e sem ter a autorização. Porque é uma ação histórica e que afeta diretamente a vida da população cuiabana. Mas sou 100% a favor do VLT. Sempre fui, como deputado, e sou mais ainda como prefeito”, disse.

 

“Eu vejo o VLT muito mais como revolução no transporte coletivo. Ele é uma transformação no conceito de desenvolvimento urbano. Por trás dele vem a transformação no transporte coletivo. Então, o VLT é um caminho sem volta. Não imagino uma resposta negativa para o VLT agora. Para mim, seria um retrocesso”, acrescentou.

 

 

Então, o VLT é um caminho sem volta. Não imagino uma resposta negativa para o VLT agora. Para mim, seria um retrocesso

Na última semana, o emedebista pediu que Mendes o procure antes de definir o futuro do modal. Após decisão do Tribunal de Justiça, que manteve a rescisão do contrato com o Consórcio VLT, o governador fixou o prazo de 30 dias para definir o futuro da obra.

 

Emanuel, então, ressaltou haver um decreto baixado por ele em janeiro de 2017 proíbe que o Governo do Estado faça intervenções destinadas à melhoria da mobilidade urbana e ligadas às obras da Copa sem a autorização do Município.

 

“Na hora que o Governo definir que vai fazer, aí a Prefeitura entra. Minha sugestão é que tanto a Prefeitura de Cuiabá quanto de Várzea Grande têm que sentar com ele [Mendes] para discutir e debater as formas de implantação”, disse.

 

“Definir como será feito e as autorizações, porque intervenções serão feitas. Aquilo que já venho dizendo: sem a participação efetiva das duas gestões, não tem como fazer. A decisão e a responsabilidade são do Governo do Estado, mas a minha é 100% a favor e considero retrocesso qualquer posição contrária que não seja fazer o VLT”, afirmou.

 

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