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Política Sexta-feira, 03 de Novembro de 2023, 21:03 - A | A

03 de Novembro de 2023, 21h:03 - A | A

Política / Legislativo

Chapada dos Guimarães terá título de Capital Mato-grossense das Cachoeiras

Projeto de lei de Botelho tramita na Comissão de Indústria, Comércio e Turismo

Itimara Figueiredo (ALMT)
CUIABÁ MAIS
www.eduardobotelho.com.br



Com forte potencial turístico e belas paisagens naturais, Chapada dos Guimarães terá em breve o título de Capital Mato-grossense das Cachoeiras. É o que prevê o projeto de lei 1837/23, de autoria do deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT.

 “Com tantas belezas naturais, forte potencial turístico, além de muito acolhedora, é mais que merecido e oportuno esse título para Chapada dos Guimarães. Uma forma de valorizarmos ainda mais esse extraordinário município. Por isso, conto com o apoio dos deputados para a aprovação do projeto”, afirma Botelho, ao acrescentar que o título fomentará a economia local intensificando o turismo.

A iniciativa aguarda o parecer da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo, antes de ser encaminhado para a apreciação ao Plenário das Deliberações para a primeira votação.

Na justificativa do PL, o deputado destaca os inúmeros atrativos turísticos do município: paredões rochosos, os 46 sítios arqueológicos, dois sítios paleontológicos, 59 nascentes, mais de três mil quilômetros quadrados do parque nacional, duas reservas estaduais, dois parques municipais, duas estradas-parque, 38 espécies endêmicas, inúmeras cavernas, grutas e a extraordinária quantidade de 487 cachoeiras. Além dos 42 imóveis tombados pelo  Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (Iphan), em Mato Grosso.

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães abrange uma área de 32.630 hectares e foi criado 1989, para preservar os ecossistemas de cerrado, savana, matas de encosta e ciliares, inúmeros sítios arqueológicos, monumentos históricos e ainda cabeceiras de vários rios e cachoeiras que compõem as bacias hidrográficas Alto Paraguai e Amazônica.

Botelho ressalta, ainda, o desenvolvimento sustentável que gera emprego e renda para os trabalhadores da agricultura familiar, que extraem o sustento da comercialização de compotas de doces caseiros das frutas típicas.

A proposta reforça a preocupação com a preservação de Chapada dos Guimarães, que é secular. A área foi declarada de utilidade pública em 1910, para proteger a vegetação nas cabeceiras dos rios Coxipó-açu, Manso e Cuiabá.

O forte potencial de recursos hídricos reúne a riqueza do Parque Nacional formado, ao norte, pelos córregos Água Fria e Estiva, ambos afluentes do rio Quilombo; e ao sul o rio Coxipó e seus afluentes, onde estão as cachoeiras Véu de Noiva, Pedra Furada, Pulo, Degrau, Malucos e Andorinhas. Todos deságuam no rio Cuiabá, que por sua vez, abastece o Pantanal Mato-grossense.

O município também se destaca pela vegetação, com flores e frutos diversificados: orquídeas, bromélias, ipês, jatobás, babaçus, buritis, perobas, pequizeiro, cajuzinho e a mangabeira, plantas que enriquecem o cerrado brasileiro.

CARTÃO POSTAL – O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães tem o maior cartão postal da região, a Cachoeira Véu de Noiva, conhecida internacionalmente pela sua beleza única, com queda d’água de 86 metros, situada no meio de um enorme canyon, repleto de vegetação, numa vista panorâmica que atrai milhares de turistas o ano inteiro.

O local também dispõe da exuberante Cachoeirinha, com 15 metros de queda d’água; as cachoeiras: Dos Namorados; Sete de Setembro; Do Pulo; Dos Malucos e Das Andorinhas. Além das cachoeiras do Degrau, Prainha e Piscina Natural.



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