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Política Quarta-feira, 06 de Dezembro de 2023, 18:39 - A | A

06 de Dezembro de 2023, 18h:39 - A | A

Política / Governo

Invasões de terras ampliam-se no governo Lula

O número de áreas invadidas em 2023 já é maior que em todo o governo anterior.

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O primeiro ano do novo mandato de Luís Inácio Lula na Presidência da República é marcado pela ampliação das invasões de terras no Brasil. O número de áreas invadidas em 2023 já é maior que em todo o governo anterior.

Nesta quarta-feira, 6, aConfederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA)apresentou o balanço das invasões de terras no atual governo Lula. De acordo com o órgão, o número é 15% maior que a soma de todos os quatro anos de mandato de Jair Bolsonaro na Presidência da República.

“É um problema que estava amenizado e voltou com muito mais força”, comentou Bruno Luchi, diretor jurídico da CNA. “Isso tirou o sossego de muitos produtores que colocaram o pé no freio até mesmo na questão do investimento.

Amigo de invasores

O atual presidente, assim como seu partido, tem fortes laços com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O grupo é um dos grandes responsáveis pelas invasões no Brasil.

João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, participou da comitiva presidencial que visitou a China em abril de 2023. Poucos dias antes da viagem,ele fez uma postagem no Twitter/X incentivando as invasões.

No governo Bolsonaro

Entre 2019 e 2022, os quatro anos em que Bolsonaro foi presidente, 62 áreas foram invadidas, considerando locais públicos e privados. Média de pouco mais de 15 por ano.

Conforme mostram os números da Coordenação, 2019 e 2020 marcam os melhores anos do governo Bolsonaro nesse quesito. O número fechou em 11 em cada um deles. O pior resultado ocorreu em 2022, com 23 áreas invadidas.

Lula e as invasões de terras

Apesar do aumento dos casos registrado em 2023, os governos anteriores de Lula têm número de invasões de terras ainda mais preocupantes. Em 2007, por exemplo, houve o registro recorde de 298 áreas invadidas, como mostra o histórico apresentado pelaCNA. No ano de 2010, quando o petista encerrou seu segundo mandato, o número fechou em 227.



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